Sinopse: Num de seus poemas, Manoel de Barros afirma que "poesia é a infância da língua". Noutro, que "as coisas que não têm nome são mais pronunciadas por crianças". A meninice, como se sabe, foi um dos temas mais marcantes na obra do poeta mato-grossense, um dos mais importantes autores brasileiros de todos os tempos. Como teria sido, porém, sua própria infância?É este o mote de O menino que virou caramujo, livro que mergulha no universo de insetos e pássaros, flores e árvores, liberdade e fab
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O Menino Que Virou Caramujo

O Menino Que Virou Caramujo

Marca: Escrita Fina Referência: 9788559090499 Lançado em: : 18/10/2018
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Sinopse:

Num de seus poemas, Manoel de Barros afirma que "poesia é a infância da língua". Noutro, que "as coisas que não têm nome são mais pronunciadas por crianças". A meninice, como se sabe, foi um dos temas mais marcantes na obra do poeta mato-grossense, um dos mais importantes autores brasileiros de todos os tempos. Como teria sido, porém, sua própria infância?
É este o mote de O menino que virou caramujo, livro que mergulha no universo de insetos e pássaros, flores e árvores, liberdade e fabulação para buscar a trama de "insignificâncias" que deu origem à veia poética do menino Manoel. No fundo do quintal, perdido na exuberância de um mundo microscópico de asas e folhas, o garoto apreende a exuberância onírica de borboletas e dálias, insetos e ipês. A descoberta de que rio é, para alguns, enseada, e que olhar de pássaro é diferente de olhar de cidade. O recital de vaga-lumes e a intimidade com lesmas e ninhos.
Na toada de quem se quer abridor de amanheceres, os versos de Alexandre Azevedo dialogam com os poemas do próprio Manoel de Barros, enquanto as ilustrações de Graça Lima, delicadíssimas, engendram a atmosfera de sonho que dá contornos aos sustos da natureza.
Com isso, O menino que virou caramujo escancara um quintal repleto de mistérios e de convites à traquinagem e ao sonho, estimulando os pequenos leitores a abrirem os olhos para o universo caudaloso do poeta - seja o dos poemas, seja o da vida à beira-rio, em contato com um Brasil de mato e de pé no chão. Não à toa, a ideia desse livro nasceu da memória de uma conversa que Alexandre Azevedo teve com o próprio Manoel de Barros, há muitos anos. O tema dessa prosa? O mesmo de quando as rãs conversam com águas e as aves, com as pedras: poesia, claro.

 

Tema:

Infantil, fantasia

 

Gênero:

Infantil

 

Literatura:

Infantil

 

Autor:

Alexandre Azevedo

 

Ilustrador:

Graça Lima

 

Páginas:

40

 

Acabamento:

Brochura

 

ISBN:

9788559090499

 

Ano de Edição:

2018

 

Idioma:

Português

 

Produto Digital:

Não

 

Dimensões:

17 x 25 x 0,4 cm

 

Autores:

Formado em filosofia, Alexandre Azevedo é professor e escritor, autor de mais de 135 obras, publicadas por diversas editoras do Brasil. Romancista, novelista, contista, cronista, poeta, ensaísta, teatrólogo e autor de inúmeras obras infantis. Alexandre Azevedo tem obras prefaciadas e comentadas por autores consagrados como Luís Fernando Veríssimo, Ziraldo, Manoel de Barros, Lourenço Diaféria e Affonso Romano de Sant'Anna. Nascido em Belo Horizonte (MG), reside em Ribeirão Preto (SP) há muitos anos. Casado com a Elisa, é pai de três filhos, Fernanda, Clarissa e Pedro Alexandre. Além de Três Poetas, seus amores, suas dores, também publicou pela PenaLux A cama em que morreu Tiradentes.

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Características


  • Marca: Escrita Fina
  • Gênero: Infantil
  • Tipo: Livro
  • Formato: Físico
  • Editora: Zit Editora
  • Idioma: Português